Eu queria chorar no ombro de alguém agora. Chorar até ficar oca. Eu queria uma mãe dessas com quem a gente pudesse chorar... Mas a dor que eu sinto é também a ausência, o desencaixe, este sentimento inevitável de solidão que só quem não tem com quem chorar, conhece.
Eu fico sentada entre as pessoas, entre desconhecidos, à procura de algum consolo. Mas esta cidade me é tão familiar que nem a multidão me reduz ao mínimo. Sinto como se sempre me soubesse parte dela e como se cada um me acolhesse, até no alheamento.
Mostrando postagens com marcador multidão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador multidão. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
domingo, 9 de março de 2008
Quem mente, afinal?
Sentar no meio da multidão
Solitária
Com o coração na mão e a mente voando
Arbitrária da vontade
No ambiente, um som invade
Ocupando o vazio do peito
E tudo continua tudo anda
Segue o pleito...
Mesmo com este sentimento de solidão
É só a gente,
O coração só mente, mente,
Pra gente acreditar
Que há alguém que ele possa povoar
Enchendo-o de recheio
Mente o coração
Vulcão fervendo quente
No inverno da solidão
No meio da multidão, tudo é frio,
É solitário, sombrio
É só a gente, se lembre!
A gente pra gente.
E que se agüentem as gentes
Que crêem no coração
Que só mente, mente, mente...
Solitária
Com o coração na mão e a mente voando
Arbitrária da vontade
No ambiente, um som invade
Ocupando o vazio do peito
E tudo continua tudo anda
Segue o pleito...
Mesmo com este sentimento de solidão
É só a gente,
O coração só mente, mente,
Pra gente acreditar
Que há alguém que ele possa povoar
Enchendo-o de recheio
Mente o coração
Vulcão fervendo quente
No inverno da solidão
No meio da multidão, tudo é frio,
É solitário, sombrio
É só a gente, se lembre!
A gente pra gente.
E que se agüentem as gentes
Que crêem no coração
Que só mente, mente, mente...
Assinar:
Postagens (Atom)